HIFU e Radiofrequência
Ultrassom Focado e Radiofrequência em Ílhavo | Aveiro
Duas tecnologias sem agulhas para a firmeza da pele. O HIFU — ultrassom focado de alta intensidade, também chamado ultrassom microfocado — atua em profundidade no rosto, no pescoço, na papada e no corpo; a radiofrequência aquece a pele de forma controlada para estimular o colagénio.
No Centro Médico Climeida, o HIFU e a radiofrequência começam sempre por uma avaliação, que confirma se o grau de flacidez e o volume do rosto têm indicação para cada tecnologia. Faz parte da área de Estética e Longevidade, da Dra. Gisela Maranhão. Veja todos os tratamentos de estética.
Flacidez do Rosto, Papada e Corpo: Como Atuam
HIFU Facial: Rosto, Pescoço e Papada
O HIFU concentra energia de ultrassom em pontos precisos, em planos profundos da pele, e desencadeia a remodelação do colagénio. Está indicado na flacidez ligeira a moderada do rosto e do pescoço, na perda de definição da linha do maxilar e na papada. Pode tratar-se o rosto completo com papada ou apenas uma zona: terço superior, médio, inferior ou papada.
HIFU Corporal
Para a flacidez de abdómen, braços, coxas e joelhos. A indicação e o plano são definidos em consulta, na avaliação corporal.
Radiofrequência Facial
Aquecimento controlado da pele que estimula o colagénio e melhora a elasticidade. Indicada na flacidez ligeira a moderada, na textura da pele e nas rugas finas. Faz-se em sessões semanais, habitualmente em planos de 10 sessões.
Radiofrequência Corporal
Para a pele mais flácida — por exemplo depois de uma perda de peso — e como complemento no tratamento da celulite. Pode ser associada a mesoterapia, num protocolo próprio para a flacidez corporal.
O Que Esperar
Os resultados são graduais: surgem ao longo de semanas a meses. Nenhuma destas tecnologias «preenche» nem substitui uma cirurgia quando a flacidez é acentuada. Quando a queixa principal é a perda de volume, a resposta pode estar na Medicina Estética.
Perguntas Frequentes sobre HIFU e Radiofrequência
1. Qual é a diferença entre HIFU e radiofrequência?
O HIFU concentra ultrassom em pontos profundos e é usado sobretudo na flacidez e no contorno do rosto, do pescoço e da papada. A radiofrequência aquece a pele de forma mais superficial e difusa; é uma opção de manutenção, em sessões seriadas, para a firmeza e a textura.
2. Quantas sessões de HIFU são necessárias?
Uma sessão pode ser suficiente em algumas pessoas; a necessidade de repetir é decidida na reavaliação. O efeito é progressivo e nota-se ao longo de semanas a meses, à medida que o colagénio se remodela.
3. O HIFU dói?
Pode haver desconforto ou dor durante os disparos, sobretudo nas zonas mais próximas do osso. Depois da sessão é possível sentir sensibilidade, inchaço ligeiro ou vermelhidão, que são transitórios. A radiofrequência provoca sobretudo uma sensação de calor.
4. Quantas sessões de radiofrequência são necessárias?
A radiofrequência funciona por acumulação. Recomenda-se uma sessão por semana, habitualmente num plano de 10 sessões, seguido de manutenção.
5. Posso fazer HIFU e radiofrequência ao mesmo tempo?
São tecnologias diferentes e podem complementar-se no mesmo plano, mas não é obrigatório fazer as duas. A avaliação define qual faz sentido, por que ordem e com que intervalo.
6. Quem não deve fazer HIFU ou radiofrequência?
Gravidez e amamentação, pacemaker ou outros dispositivos eletrónicos implantados, implantes metálicos ou fios na zona, infeção ou lesão ativa da pele e cirurgias ou preenchimentos recentes na zona devem ser comunicados antes de marcar, para validação clínica.